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Mercado livre de energia cresceu 7,2% em 2022, aponta CCEE

Autor:
Poliana Souto/ MegaWhat

O consumo de energia elétrica no mercado livre de energia brasileiro aumentou 7,2% em 2022, alcançando uma demanda de 24.496 MW médios. Os dados preliminares da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) mostram o crescimento do segmento na comparação com o ano anterior, que já representa 36,4% de todo o consumo nacional.  

Entre os 15 setores que contratam energia no mercado livre e que são monitorados pela Câmara, 13 registraram aumento no consumo, com destaque para: serviços (16,2%), saneamento (12,7%) e o setor de madeira, papel e celulose (12,7%), impulsionado pela ampliação da produção para suprir a demanda global por matéria-prima brasileira.  

Entre as áreas que tiveram maior declínio estão os minerais não-metálicos (-9,1%) e têxteis (-3,8%), afetados pelos juros altos e a inflação acumulada, além de escassez de matéria-prima, aponta a CCEE. 

Já no mercado regulado, a carga foi de 42.769 MW médios, queda de 1,4% no comparativo anual. Para a CCEE, três fatores explicam a retração: a migração de consumidores para o mercado livre de energia, a disseminação dos painéis solares e a influência de temperaturas mais baixas que as registradas em 2021, o que reduz o uso de aparelhos de ar-condicionado. 

Demanda de energia elétrica do Brasil 

A demanda brasileira por energia elétrica aumentou 1,5% no último ano, na comparação com o ano anterior,  alcançando uma demanda de 67.275 MW médios. 

“Voltamos a ver crescimento no mercado energético, o que é uma boa notícia, mas o ritmo ainda é menor do que aquele que nós considerávamos a média histórica do setor. Para isso, porém, será necessária uma recuperação mais rápida da atividade econômica”, afirma Rui Altieri, presidente do Conselho de Administração da CCEE. 

Entre os estados, o Maranhão teve a maior alta, com variação de 13,5%, seguido por Rondônia (10,4%) e Mato Grosso (6,4%). Além da influência do mercado livre, e o fator climático, com temperaturas acima das registradas em 2021, que impulsionou o consumo no ambiente regulado, com maior uso dos equipamentos de refrigeração.  

O cenário inverso, com mais chuva e temperaturas mínimas abaixo da média, especialmente no segundo semestre, levou ã retração em boa parte do Nordeste, com destaque para Paraíba (-2,2%), Piauí (-4,2%) e Rio Grande do Norte (-4,7%).


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