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Energia pode ficar mais barata para PMEs em 2024

Autor:
Aislan Loyola / Monitor Mercantil

A energia elétrica barata pode finalmente chegar às pequenas e médias empresas. Com a Portaria 50/2022, do Ministério de Minas e Energia, que permite aos consumidores de alta
tensão (grupo A) comprar energia elétrica de qualquer supridor a partir de janeiro de 2024, as comercializadoras já colocam em prática as estratégias para dar um salto em suas carteiras de clientes.

O mercado livre de energia é o segmento em que o consumidor de energia elétrica pode escolher o seu fornecedor e estabelecer contratos por fonte, prazo ou preço. Ele existe no
Brasil desde 1996, mas as regras para migração se restringem a grandes consumidores com demanda acima de 500 quilowatts (kW).

Segundo dados da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), das 165 mil unidades consumidoras que estariam aptas à migração em 2024, 93 mil já se beneficiam da micro e minigeração distribuída, reduzindo a viabilidade econômica da mudança.

Sobram, portanto, 72 mil unidades com potencial para aderir ao segmento livre a partir de janeiro. Deste montante, segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), cerca de 7 mil pedidos de migração já foram encaminhados pelas distribuidoras.

Para atender a essa nova demanda, a CMU Comercializadora de Energia, de Minas Gerais, criou a CMU Varejista. Seu foco será a migração e gestão desses novos entrantes com demanda inferior a 500kW, e que, obrigatoriamente, devem ser representados por
um comercializador varejista perante à CCEE.

“A CMU está bastante animada pra esse novo momento do mercado. A empresa nasceu junto com Mercado Livre de energia, há 20 anos, e agora criou a Varejista para atender esses novos consumidores aptos a aderir ao ML.” – destaca Walter Fróes, presidente da
CMU Energia.

A CMU está entre as 20 maiores comercializadoras do país e gerencia hoje, no Mercado Livre, energia de 300 grandes consumidores e geradores, o que equivale aproximadamente a 1.500 MWm em contratos em 3 mil pontos de consumo ou geração.

Com as novas regras, a expectativa é chegar a 1.500 cliente até o final de 2024. “Na autoprodução, temos 12 contratos de plantas em construção e mais 30 propostas em estudo. Ao contrário de empresas que custearam toda a usina, no nosso modelo de negócio, a novidade é que a CMU é quem investe e arca com toda a operação. A estimativa
é que, nos próximos anos, a autoprodução vai demandar cerca de R$ 60 bilhões em investimentos para a oferta de mais de 20 gigawatts (GW) de potência instalada.” – finaliza Fróes.

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