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MME defende empilhar incentivos para promover transição energética em debate sobre mercado de carbono no Senado

Autor:
MME

Secretário de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, representando o Ministro de Minas e Energia, defendeu o Programa Combustível do Futuro para atuar de forma conjunta com o Mercado de Carbono para descarbonizar os diferentes modos de transporte.

O Ministério de Minas e Energia (MME) participou, nesta quarta-feira (12/7), da reunião na Frente Parlamentar de Recursos Naturais e Energia, no Senado Federal. Entre os pontos apresentados na participação do MME foi destacada a combinação de diferentes incentivos para promoção da transição energética no país, como é feito em outros países a exemplo dos Estados Unidos e da União Europeia.

Entre essas combinações está o mercado de carbono com o Programa Combustível do Futuro. A iniciativa prevê conjunto de iniciativas para promover a mobilidade sustentável de baixo carbono com a integração do RenovaBio e o Rota 2030, mandato para SAF (Combustível Sustentável de Aviação) e Diesel Verde, E30 (30% de etanol na gasolina C) e marco legal de CCS, tecnologia que promove a captura e estocagem geológica de carbono.

O secretário de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis do MME, Pietro Mendes foi representando o Ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira e destacou a importância da iniciativa para promoção da transição energética. “O Ministério tem participado de discussões com o Ministério da Fazenda, já ouvimos todo o mercado privado e vamos enviar o Projeto de Lei que cria o Combustível do Futuro, para promover uma mobilidade sustentável de baixo carbono no Brasil”, disse.

O secretário também destacou a necessidade de criar um mercado de carbono que adote medidas alternativas e complementares para apoiar energias limpas no país. Segundo ele, “a transição energética é um desafio muito grande e é preciso empilhar incentivos”. No evento, também foram ressaltadas outras políticas públicas do MME para promover a redução da emissão de gases, como o RenovaBio – que estimula a produção e o uso de biocombustíveis (biodiesel, etanol e biometano) na matriz energética brasileira – e o potencial nacional de descarbonização do diesel verde e do combustível sustentável de aviação.

A capacidade brasileira de produzir e processar esses biocombustíveis coloca o país na rota dos investimentos focados em transição energética e reforça o protagonismo do Brasil na liderança desse processo, não apenas na América Latina, mas junto a países africanos e asiáticos. “O Brasil na geopolítica da transição energética pode ser o líder da mobilidade e da descarbonização em países do hemisfério sul”, completou o secretário Pietro Mendes.

Durante a reunião, participaram representantes dos Ministérios do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços; da Fazenda; das Relações Exteriores e do Meio Ambiente.

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