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MME assina declaração internacional para comércio de hidrogênio

Autor:
MME

Documento permite que o Brasil possa contribuir ativamente para construir regras que permitam destravar investimentos em larga escala

O Ministério de Minas e Energia (MME) assinou, no último sábado (22/07), uma declaração conjunta com mais de 15 países para acelerar o desenvolvimento do comércio internacional de hidrogênio renovável e de baixo carbono, durante a reunião da Ministerial de Energia Limpa (CEM, na sigla em inglês) na Índia.

O documento assinado reconhece pontos como a urgência de reduzir as emissões de gases de efeito estufa para mitigar os impactos das mudanças climáticas em linha com o Acordo de Paris e o papel diverso que o hidrogênio pode desempenhar na redução de emissões globais, desde comunidades locais até aplicações em setores de difícil abatimento de emissões, entre outras.

O ministro Minas e Energia, Alexandre Silveira, destacou que o Brasil vem apresentando estratégias para o desenvolvimento da economia de hidrogênio de baixo carbono. “Estamos seguros de que podemos contribuir ativamente para construir regras equilibradas e que efetivamente permitam destravar investimentos em larga escala”, pontuou o ministro Alexandre Silveira.

No evento, também foi lançado o ‘Fórum Internacional de Comércio de Hidrogênio’, que reunirá países importadores e exportadores para promover o diálogo sobre comércio de hidrogênio. O Brasil também indicou positivamente sua participação neste Fórum.

Representantes do Ministério de Minas e Energia e da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) participaram ativamente da discussão do texto proposto no acordo assinado neste sábado. Um ponto importante estabelecido pela declaração foi que as medidas tomadas a partir do fórum para o progresso do comércio internacional de hidrogênio devem estar alinhadas com as regras da Organização Mundial do Comércio (OMC).

Austrália, Bélgica, Chile, Alemanha, Japão, Omã, Portugal, Arábia Saudita, África do Sul, Coreia do Sul, Holanda, Emirados Árabes Unidos, Reino Unido, Estados Unidos, Uruguai, Comissão Europeia e Canadá também assinaram a declaração.

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