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CMU Energia anuncia expansão e meta de faturar R$ 2 bilhões em 2027

Autor:
Rodrigo Oliveira
Walter Fróes, presidente da CMU Energia. Foto: Izabela Munhoz/divulgação

O grupo mineiro CMU Energia está em movimento de forte expansão pelo país, impulsionado pelo segmento de geração distribuída remota e compartilhada (GD). Com isso, a empresa anunciou a meta de aumentar sua receita em 400% até o próximo ano – saindo dos atuais R$ 400 milhões para R$ 2 bilhões em 2027. Para a expansão, devem ser investidos R$ 4 bilhões, oriundos de um grupo parceiro.

Hoje, a empresa está presente em nove estados – incluindo Goiás, Alagoas, Pernambuco, Paraíba e São Paulo. Com a ampliação, sua atuação deve chegar a 20 estados do território nacional.

“A instalação de plantas solares está chegando perto de seu limite, principalmente em Minas Gerais. Mas, ainda há espaço para expansão em alguns estados do Nordeste, onde ainda não há tanto incentivo”, aponta o CEO do grupo, Walter Fróes. 

A empresa também projeta um aumento de 640% na carteira de clientes, de 135 mil para 1 milhão nos próximos dois anos.

Mudanças

O braço de GD, que antes era conhecido como Solatio Energia Livre, agora passa a se chamar Popsol. A mudança de marca é parte dos planos de crescimento, iniciado na Paraíba, com energia elétrica gerada por usinas de biogás. Ao longo de 2025, a companhia somou 27.473 adesões a essa modalidade voltada para o consumidor conectado em baixa tensão

Para atender à demanda, a Popsol vai gerar energia em cerca de 400 usinas solares, cada uma com potência instalada de 1.3 MWp, aproximadamente. A empresa também assumiu a gestão completa de 44 novas unidades livres.

“Estamos animados em anunciar esta nova fase do grupo CMU Energia, com uma nova marca que representa a nossa expansão pelo território nacional. Queremos dar a liberdade para o consumidor escolher de onde quer receber energia, com desconto e sem burocracia”, afirma Fróes.

Economia

A geração distribuída remota e compartilhada permite que pessoas físicas e jurídicas recebam energia gerada em usinas remotas, de fontes renováveis, sem a necessidade de instalação de painéis solares próprios.  A vantagem é um desconto de 10% na conta de luz mensal e o uso de energia limpa.  

Em 2025, a empresa comercializou mais de 89 mil megawatts e gerou uma economia de R$ 18 milhões aos consumidores.

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