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O setor elétrico está bastante otimista em relação à atuação do novo governo, já que durante a campanha ele se mostrou a favor do mercado e da liberdade econômica. No entanto, apesar do otimismo, não há dúvidas de que os desafios serão imensos devido à complexidade e urgência dos assuntos. 
Logo em seus primeiros meses, espera-se que os governantes se dediquem a resolver a judicialização causada pelo GSF. Há consenso de que essa deverá ser uma das prioridades da pasta de Minas e Energia, dado o impacto financeiro que o imbróglio está causando no setor. 
Outro item que gera grande expectativa é a Consulta Pública MME 033, aberta durante o governo Temer, que busca reformular o setor elétrico por meio de alteração nos modelos regulatórios e comerciais. As propostas no âmbito da Consulta Pública foram inicialmente bem recebidas, porém ainda há necessidade de aprofundar a discussão sobre diversos temas. Assim, espera-se que o novo governo seja capaz de retomar o assunto com inteligência, profissionalismo, isonomia, agilidade, e, principalmente, sem descartar as contribuições já recebidas.
Além desses, outros assuntos também deverão compor a agenda do Ministério: redução de tarifas, transparência no cálculo de preços, redução de subsídios, favorecimento da competição, abertura do mercado, segurança regulatória, etc.

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