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Horário de verão será mais curto a partir de 2018

CMU (18/10/2018)
Em 2018, o horário de verão começará no dia 4 de novembro, conforme Decreto 9.242/2017. O documento alterou o início do horário de verão para o primeiro domingo do mês de novembro, de forma a não comprometer a apuração de votos das eleições de 2018. Até o ano passado, o início ocorria na terceira semana de outubro. A data final será mantida para o terceiro domingo de fevereiro, que, em 2019, ocorrerá no dia 17. Além do Distrito Federal, mais de dez estados precisarão adiantar o relógio em uma hora, como: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

É importante ressaltar que a hora dos medidores de energia dos geradores e consumidores livres não deverá sofrerá qualquer alteração durante a vigência do horário de verão, ou seja, continuará ajustada com base na hora legal, já que o deslocamento devido é feito pela própria CCEE no momento da contabilização.

O horário de verão tem sido adotado no Brasil desde a década de 30, com alguns intervalos. Ele surgiu com o objetivo de diminuir o consumo de energia nos horários de pico, evitando a sobrecarga no sistema e a necessidade de acionamento de usinas termelétricas, mais caras e poluentes. Durante sua vigência, a diferença de fuso horário em algumas regiões do país passa a ser de até duas horas em relação ao horário de Brasília.  

Neste ano o Governo Federal chegou a discutir a validade de manter o horário de verão, após constatar que a medida vem perdendo eficácia do ponto de vista de economia energética, em função de evidente mudança no perfil de consumo dos brasileiros. De acordo com o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), o que mais influencia o consumo de energia atualmente é o aumento da temperatura, e não mais a incidência da luz solar. Assim, cogita-se que medidas como a tarifa diferenciada por horário – a exemplo da tarifa branca e do preço horário – poderiam produzir resultados mais relevantes em termos de economia de energia, redução da demanda e preservação do sistema do que o horário de verão. 

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