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Efeito de racionamento sobre a indústria será pior do que em 2001

Denise Neumann \ Valor Econômico (09/02/2015)
Um eventual racionamento de energia elétrica este ano tende a ter impactos bem mais duros sobre a indústria e a economia brasileira do que em 2001. No começo da década passada, o setor vivia um momento bem menos complicado que o atual e, por isso, as restrições ao consumo de energia desaceleraram o ritmo de crescimento da indústria, mas não chegaram a provocar uma queda. Naquele ano, a produção subiu 1,6%, ritmo bem inferior ao aumento de 6,6% registrado em 2000, mas ficou em terreno positivo apesar das medidas de redução de consumo de energia de 15% a 25%, dependendo do segmento.

Os setores de alta intensidade elétrica, segundo a Pesquisa Industrial Mensal do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (PIMIBGE) foram mais afetados, com queda de 2,1% no em relação a 2000, enquanto os grupos de média e baixa intensidade viram sua produção subir 2,9%. 

Há 14 anos, o impacto do racionamento foi amenizado porque havia "gordura" para queimar, dizem os empresários. Troca de lâmpadas, otimização de processos industriais, mudança de telhas (modelos antigos por novos translúcidos), troca do insumo usado no aquecimento de água, alteração dos horários de produção, entre outras medidas, permitiram ao setor produzir mais com proporcionalmente menos energia. Naquele ano, a indústria de bens de capital aumentou a produção em 12,8%, puxada por máquinas para energia elétrica (alta de 45%).

Para os empresários da indústria, especialmente dos setores eletrointensivos, um eventual racionamento duplo de energia e água tende a ter um impacto mais negativo sobre a produção do que em 2001, apesar do aumento da autogeração.

O cenário econômico, dizem, já é recessivo e bastante adverso (com aumento de juros, baixo crescimento mundial e forte ajuste fiscal) e a ele se soma o fato de que desde 2001 muitas empresas se tornaram mais eficientes no uso de energia elétrica e, por isso, a economia "fácil" seria menor. "O impacto do racionamento será maior porque não temos gordura para queimar", resume Rafael Cervone Netto, presidente do Conselho de Administração da Associação Brasileira da Indústria Têxtil (Abit).

Em 2001, a produção da indústria têxtil (onde a energia tem peso de 10% no custo de produção) caiu 5,8%.

De acordo com a Pesquisa Industrial Anual (PIA), do IBGE, em nove de 28 setores o gasto com energia elétrica ultrapassava 5% do valor da transformação industrial em 2012, último dado disponível. Nesses segmentos, o custo varia desde 5,5% (extração de minerais não metálico) até 14% (metalurgia), mas essa variação embute percentuais de 50% em subsetores, como fibras artificiais e sintéticas e metais não ferrosos (alumínio, por exemplo). O gasto desses nove setores com energia correspondeu, em 2012, a 60% de todo gasto do setor industrial com esse insumo.

Nos demais 19 setores, a compra de energia tem um peso bem menor no valor da transformação industrial, de 2% (em média). O custo monetário da água, por outro lado, é pequeno para todos os setores média de 0,19%, variando de um máximo de 0,54% até 0,002% do valor da transformação industrial, segundo dados calculados a partir da PIA. Na pesquisa, os dados de energia, assim como os de água, não consideram a autogeração e a captação própria porque se referem a despesas com a compra do respectivo insumo. Ainda assim, os empresários lembram que, mesmo com custo proporcionalmente baixo, a água é um insumo imprescindível Pelos dados da PIA, o peso da energia nos custos do setor químico é de 7% e o da água fica em torno de 0,3%.

"Desde 2001, as empresas já reduziram esse custo onde era possível para se tornar mais eficientes", diz Fátima Ferreira, diretora de Economia e Estatística da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim). "Hoje é muito mais difícil cortar energia sem impacto na produção", diz ela, lembrando que dentro do setor químico existem segmentos como o de clorosoda ou de gases industriais, onde energia é matéria prima e o peso é muitíssimo superior à média do setor. A entidade reforçou um grupo que já discutia energia e criou outro para debater o problema da água.

O ano de 2014, diz Fátima, já foi de encolhimento de produção no setor (queda de 3,6% de acordo com o IBGE), e a perspectiva para 2015 é de um desempenho um pouco acima do PIB, mas, como as projeções indicam um ano recessivo, o setor está apreensivo e pede ao governo "transparência e discussão" sobre o problema. "Algo pior que racionamento planejado são apagões, pois quedas abruptas trazem muito mais prejuízo", acrescenta a diretora da Abiquim.

Cervone Netto, da Abit, dá um exemplo de como o setor se tornou mais eficiente ao longo dos anos. Em 2000, diz ele, o setor usava 100 litros de água para produzir um quilo de tecido e hoje usa 10 litros para a mesma quantidade. "Reduzimos o consumo em 90%", diz.

Em energia, o ganho de eficiência foi menor, mas também aconteceu. O impacto sobre os custos, contudo, não apareceu porque a partir de 2006/2007 o governo começou a desmontar a política de subsídios que reduzia a tarifa de energia industrial, e o preço desse insumo cresceu 260% entre 2000 e 2014, em dólar. Esse aumento foi uma das razões que levaram fabricantes de alumínio a fechar unidades e reduzir produção, diz Milton Rego, presidente da Associação Brasileira do Alumínio (Abal).

Em 2001, o consumo de alumínio no país era de 750 mil toneladas, volume que dobrou até o ano passado,segundo dados da Abal. No mesmo período, a produção de alumínio primário passou de 1,4 milhão de toneladas no ano do primeiro racionamento (e quando o país era exportador desse mineral) para 970 mil toneladas (sendo que o auge da produção foi de 1,6 milhão de toneladas em 2006). "O preço já afetou muito o setor. Se houver um racionamento, e o setor for atingido, significará redução na carne", diz Rego. Hoje a autoprodução já responde por mais de 60% da oferta doméstica, mas como essa energia na maior parte dos casos é jogada na rede, Rego não sabe se ela ficaria livre de um eventual racionamento. "Mas não temos nenhuma flexibilidade. Nosso uso é intensivo e só podemos reduzir energia com desligamento de fornos", diz ele. A pior hipótese, diz, é o país chegar, de novo, a um racionamento compulsório. "É preciso otimizar o consumo onde é possível, logo, para evitar medidas como as de 2001", insiste.

O presidente da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplas), José Ricardo Roriz, também insiste na tecla de que a pior situação é uma interrupção não programada. O setor de plástico, diz ele, opera 24 horas por dia e qualquer interrupção no fornecimento de energia, por menor que seja, provoca uma parada de produção. Além de prejudicar o que estiver sendo produzido (afetar a qualidade), o religamento das máquinas também demora.

Para o setor, diz, a energia não é um custo tão relevante quanto para os setores intensivos, mas a produção contínua torna o insumo absolutamente fundamental para a operação.

O setor têxtil, explica Cervone Netto, também opera 24 horas por dia, 30 dias por mês nas tecelagens, por isso o custo de energia é expressivo. "Um funcionário cuida de 24 máquinas, elas operam sozinhas. Já nas confecções, o custo da mão de obra é maior, e temos baixa intensidade energética", explica. "Mas a competitividade têxtil depende da operação contínua", diz, ponderando que a redução no uso de energia "rompe" com a lógica desse modelo.

De acordo com os dados da PIA, os setores onde o gasto com energia tem um peso maior no valor da transformação industrial são têxtil (10%), produtos de madeira (9,2%), papel e celulose (6,2%), produtos químicos (6,9%), borracha e material plástico (6,3%), produtos minerais não metálicos (9,3%) e metalurgia (14%).

No ano passado, esses setores responderam por um terço da queda da produção industrial de 3,2%, registrada pelo IBGE. A retração nos segmentos variou de 2,5% até 7,4% (metalurgia). A única exceção foi papel e celulose, onde a queda foi irrelevante, segundo os dados do IBGE.

Em 2001, o setor de vidro foi um dos que substituíram parte da energia elétrica usada para o aquecimento dos fornos por gás, alternativa que hoje não pode mais ser adotada. "Hoje o gás está todo nas térmicas", diz Lucien Belmonte, superintendente da Associação Brasileira da Indústria do Vidro (Abividro). Ele aponta como um das preocupações do setor a interlocução com o governo na eventualidade de um racionamento. Em 2001, a medida veio meio de surpresa, mas depois houve muita racionalidade na condução da situação e espaço para discutir as especificidades de cada segmento, lembra ele. Em 2001, o subsetor de vidros e produtos de vidro encerrou o ano com crescimento de 1,4% na produção, segundo o IBGE.

Antônio Carlos Kieling, superintendente da Associação Nacional dos Fabricantes de Cerâmica (Anfacer), diz que a restrição de água ainda não afetou o setor (as plantas são muito espalhadas pelo país), mas já há preocupação com um eventual racionamento de energia. O setor cresceu 3,2% em volume comercializado em 2014, e planeja novo crescimento em 2015, da mesma ordem, com ajuda de exportações.
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